19 de jan. de 2012

COMO PREPARAR O EDUCADOR DO FUTURO

O educador é responsável pela formação do aluno juntamente com a escola, que desempenha seu papel, e a família. Mas, será que o educador está realmente preparado para isso?
Construir o educador do futuro só será possível se investirmos no presente, no sentido de mudar paradigmas do sistema educacional e dar capacitações para esses educadores.
O sistema educacional precisa atender às expectativas do educando e da sociedade. Para isso é necessário que haja colaboração, união e bom senso, tudo isso com base em bons alicerces para dar sustentabilidade, tanto pelas instituições de ensino como pelos educadores.
As instituições necessitam de adequação física, tecnológica, e, o mais importante, valorizar os educadores dando condições de um bom desempenho, oferecendo capacitações, promoções, reciclagem e respeitando suas ideias, sempre buscando um melhor aprimoramento.
Quanto ao educador, ele precisa aceitar as mudanças e os novos paradigmas, ajudando na sustentabilidade de um ensino-aprendizagem baseado na formação de valores para nossas crianças se tornarem bons cidadãos.
O educador do futuro deve ter a boa vontade de sempre querer aprender, interagir com o grupo buscando trocar experiências sem competitividade, trabalhar em equipe, ser o mediador e o facilitador do aluno no processo de ensino-aprendizagem valorizando a sua iniciativa e a sua criatividade respeitando as diferenças.

O educador deve proporcionar aos seus alunos não só o aprendizado, mas o gosto em adquirir o conhecimento. Ele deve cuidar da aprendizagem dos seus alunos, ter o domínio dos conteúdos e repassá-los de forma clara, calma e prazerosa. Como diz Rubens Alves, o educador tem de ter “Olhar Manso”.
A família não se pode ser deixada de lado, pois ela é considerada a principal aliada no processo ensino-aprendizagem, contribuindo também para a formação integral desta criança.
Tudo o que foi mencionado acima são ferramentas importantes para a criação de novos projetos pedagógicos e, principalmente, para envolver todos na responsabilidade da formação integral desses seres humanos em desenvolvimento e também são ferramentas para se criar um educador melhor para um amanhã que está próximo.

                                                           vídeo retirado do youtube

20 de nov. de 2011

O que fazer na hora de decidir qual é a melhor escola para seu filho?

Com a mudança sócio-financeira dos dias atuais a mulher necessita trabalhar. Ela tem de conciliar sua vida pessoal com a profissional e precisa deixar seus filhos com pessoas qualificadas para isso.
A escolha de uma escola para cuidar do bebê ou criança pequena geralmente não é uma tarefa fácil para os pais e envolve a análise de vários fatores.
O primeiro passo para tranquilizar os pais é visitar alguns berçários e escolas de educação infantil. É necessário observar e sentir se os profissionais que cuidarão da criança realmente amam o mundo infantil. Muita atenção ao avaliar os profissionais que trabalham na escola, em relação ao comportamento, atitudes e acolhimento às crianças. É preciso verificar a qualificação dos profissionais que cuidarão de seus filhos, se eles respeitam a individualidade de cada criança e atendem às suas necessidades. Além dos cuidados básicos, esses profissionais devem desenvolver atividades que ajudem no desenvolvimento físico, mental, emocional e social das crianças.
Não basta só ouvir o que a escola tem a dizer, é preciso perguntar como tudo é colocado em prática e a proposta pedagógica da instituição.
Durante as visitas, os pais também devem observar as instalações: se há câmeras de segurança, se há um berço para cada criança, se as áreas são arejadas, se o ambiente oferece segurança às crianças, se há rampas no lugar de escadas e se as crianças ficam separadas por faixa etária. Cada faixa etária tem necessidades específicas e exige cuidados diferenciados. O espaço deve ser adequado ao número de alunos.
Observar a higiene na cozinha, banheiros, berços, brinquedos, etc. Cada criança deve ter seu material pessoal guardado separadamente.
Quanto à alimentação observe a cantina e o refeitório da instituição. Pergunte se a escola oferece às crianças uma alimentação balanceada com a supervisão de uma nutricionista e como é feita a esterilização dos utensílios.

É importante saber como administram os medicamentos e como agem em caso de emergência.
Os playgrounds devem ser seguros e supervisionados. Os pais devem checar as condições dos brinquedos, conferir se estão de acordo com a faixa etária e se são educativos. Desde bebês, as crianças precisam ser estimuladas enquanto estiverem acordadas, ouvir histórias, músicas e interagir com o ambiente. O lúdico deve ser valorizado, com brincadeiras, jogos e dramatização desenvolvendo a socialização tão necessária nesta faixa etária.
É aconselhável também perguntar sobre a rotina e a adaptação da criança. É muito importante que os pais não saiam escondidos da criança. Eles devem se despedir e dizer que depois voltarão para buscá-las. No início do processo de adaptação a criança deve ficar poucas horas na escola e com o tempo as horas vão aumentando gradativamente. Não existe um paradigma para fazer a adaptação das crianças, porque cada criança é única e tem seu tempo.
Verifique se na escola existem profissionais que são capacitados para atender crianças com dificuldades de aprendizagem ou alguma deficiência e como é feito este acompanhamento.
Caso os pais estejam querendo trocar seus filhos de escola por alguma insatisfação, primeiro devem tentar resolver os problemas em parceria com a instituição. A criança tem de aprender a lidar com as dificuldades. Caso exista uma inadequação os pais devem procurar outra escola.
E para finalizar os pais devem sentir confiança, segurança e perceber que o local que vão deixar seu(sua) filho(a) está apto para isso e os profissionais realmente amam o que fazem e se dedicam integralmente.

   















fotos retiradas do google
                                                          

29 de out. de 2011

APRESSAMENTO COGNITIVO

Será que esta criança apresenta dificuldades de aprendizagem ou ainda não está madura para este processo?
A aprendizagem necessita de alguns pré-requisitos que são desenvolvidos durante a infância, antes de iniciar a escolaridade cada um tem seu tempo próprio, sua individualidade deve ser respeitada.  Não devemos acelerar o processo de aprendizagem, pois irá causar consequências negativas. A criança precisa ter seu desenvolvimento natural, como a percepção do esquema corporal, a coordenação motora global, a coordenação motora fina, a discriminação auditiva e visual, a orientação espacial, a temporal e a lateralidade. E os problemas de aprendizagem não podem interferir neste desenvolvimento.  Essas percepções se iniciam desde que a criança nasce, está aí a importância da família estimular este bebê.
 A atividade motora é importante desde o início da vida, pois é a evolução motora e sensitiva que permite as demais conquistas do desenvolvimento (BAGATINI, 1987, p.144).
Que estímulo eu, como educador, proporciono ao meu aluno para ajudá-lo a integrar como sujeito na sociedade?
Quando esta criança apresenta uma dificuldade, eu como professor desta criança sou responsável por esta dificuldade. Tenho que buscar meios para alcançar este aluno. Valorizar suas potencialidades, observar se é uma dificuldade, um transtorno ou até mesmo uma deficiência. Cabe a nós educadores fazermos o encaminhamento ao profissional competente, se for necessário.
Favorecer a esta criança um desenvolvimento integral, observar se esses problemas que ela está apresentando são de ordem pedagógica ou sócio culturais, quebrando rótulos, que muitas vezes trazem de séries anteriores. Que pena!!!! Pensar que isso pode ocorrer dentro de um ambiente educativo e inclusivo.
Existem inúmeros fatores que podem prejudicar o ensino aprendizagem dessa criança. O apressamento cognitivo é um dos fatores que podem impedir a criança de se desenvolver naturalmente, que irão trazer consequências para a continuidade da construção do conhecimento.
O papel do educador e fazer nascer o prazer em aprender de forma lúdica e criativa. O aprendizado acontece de forma gradativa onde a criança já traz sua bagagem.
 Vygotsky (1989) defende a interação social como ponto crucial do desenvolvimento cognitivo, obedece às fases postuladas por Piaget, pois a criança já passou por uma fase de aprendizagem anterior à sua entrada para a escola.
As dificuldades de aprendizagens podem ser evitadas, quando as fases de desenvolvimento da criança são respeitadas e estimuladas adequadamente, pela família e pela escola,
Sendo assim, precisamos ficar atentos ao apressamento cognitivo, que hoje pais e professores estão tão ansiosos a este respeito. Não podem decidir pela criança se ela está pronta para enfrentar a sala de aula com toda a responsabilidade de um aprendizado formal em sua globalidade. Podem aparecer falhas na aprendizagem que serão confundidas como transtornos de aprendizagem. Ela só conseguirá se tiver maturidade e consciência para este processo.
Se ouvirmos mais as crianças, refletirmos o que nos dizem, ficarmos atentos aos seus comportamentos, sentimentos, questionamentos, aprenderemos muito com elas. Elas nos mostram coisas muito significantes.


30 de set. de 2011

Que bicho é esse????

Resolvi colocar este site no meu blog, pois foi uma experiência nova que tive.
Fiz um curso de Vídeo e Laboratório no Sesc Belenzinho, onde aprendemos criar um curta metragem e instalar esse curta no site.
Neste curta procurei mostrar que a família é o primeiro contexto na qual a criança está inserida e desenvolve padrões de socialização e aprendizado, sendo assim, ela se relaciona com todo o conhecimento adquirido desde seu nascimento dando continuidade na sua vida escolar.
Com isso, não podemos esquecer que a família e a escola precisam ser parceiras atuando juntas para facilitar o ensino-aprendizagem e seu desenvolvimento na construção da identidade e autonomia desse educando.
Agora entrem nesse link:
                                      s

3 de ago. de 2011

NOVAS ESPERANÇAS PARA DEFICIENTES AUDITIVOS

O educador ao receber seus alunos deve sempre ficar atento ao comportamento de cada um, principalmente quando perceber que existe alguma dificuldade na aprendizagem.
Quando seus alunos apresentarem: dificuldades de atenção e compreensão, não responde quando é chamado, usar sua voz com intensidade inadequada, muito alta ou muito baixa, confundir direções quando chamado, brincar sozinho, ter dores de ouvido frequentes, dificuldade de se expressar oralmente e pronunciar sons incorretos. Devemos ficar atentos. Ele pode estar com alguma deficiência auditiva.
O professor deve ter sensibilidade e bom senso em conversar com a família, com profissionais da escola, para fazer um encaminhamento adequado.


Veja a importância desta reportagem: