
Com este blog tenho como objetivo entrar em contato com professores, coordenadores pedagógicos, mantenedores de escolas e pais de crianças que estejam apresentando Dificuldades de Aprendizagem para auxiliar e orientar buscando estratégias diferenciadas para proporcionar um desenvolvimento adequado no processo ensino-aprendizagem destas crianças.
6 de jan. de 2016
16 de mai. de 2015
OS BENEFÍCIOS DO DESENVOLVIMENTO PSICOMOTOR NA CRIANÇA
Hoje o ser humano moderno
distorce as condições normais para o desenvolvimento da consciência da criança.
Está tudo muito acelerado e não se dá à criança a liberdade dela se desenvolver
dentro de sua capacidade individual de maneira saudável e produtiva. Além
disso, a criança recebe uma quantidade imensa de informações que não consegue
assimilar porque lhe falta vivência.
A relação da mãe com o bebê contribuirá
positivamente para a descoberta e o desenvolvimento adequado da consciência corporal.
Quando eles brincam, a criança começa a vivenciar algumas de suas correlações
sensório-motoras. Nesse processo ela também começa a ser capaz de usar sua
imaginação de uma maneira espacial e temporal que irá trazer muito benefícios em
todo seu desenvolvimento.
A interação entre mãe e bebê é muito
importante. Deve-se estabelecer diálogo com o bebê, músicas, brincadeiras e
atividades lúdicas que fazem com que o bebê seja estimulado por meio do contato
direto com a mãe, desenvolvendo a estimulação cognitiva e psicomotora.
O
desenvolvimento motor é muito importante para a criança desde seu nascimento
até a formação completa de sua maturidade. Todos os movimentos estão interligados,
por isso o estímulo deve estar presente em todas as fases desse desenvolvimento
para uma assimilação positiva de sua aprendizagem desde os primeiros meses de
vida.
Se o desenvolvimento não for bem
trabalhado, desenvolvido e interiorizado, as crianças começam a apresentar as
dificuldades, problemas nas adaptações escolares e todo o processo de sua
aprendizagem escolar passa a ser comprometido.
Os aspectos psicomotores são necessários
para uma interação da criança na fase
infantil, e se bem trabalhados darão frutos positivos, porém, se interrompidos
ou mal trabalhados podem resultar em falhas, apreensões, dificuldades ou mesmo
desencadear um distúrbio, que levará a dificuldades em sua aprendizagem.
A educação psicomotora é formadora de uma
base indispensável a toda criança, pois objetiva assegurar o seu desenvolvimento
funcional. Os fatores psicomotores se interrelacionam, favorecendo cuidados ao
desenvolvimento psicomotor humano desde muito cedo. (Le BOULCH, 1972, p.28)
Le
Boulch (1987) sinaliza que a educação psicomotora pode ser evidenciada como uma
educação de base na primeira infância, em que favorece a criança a tomar
consciência de seu corpo, no tempo e no espaço, possibilitando assim adquirir
melhor a coordenação de seus gestos e movimentos, e se conduzida adequadamente,
pode prevenir dificuldades de aprendizagem.
A prática psicomotora educa a criança a se
movimentar durante todas as fases da sua vida, e com isso contribui para sua
formação e estruturação do esquema corporal. É através do corpo que a criança
descobre o mundo, experimenta diversas situações e sensações, além de ampliar
suas descobertas de como agir.

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7 de abr. de 2015
PAIS E EDUCADORES ESTÃO PREPARADOS PARA SABER SE A CRIANÇA É PORTADORA DE TDAH?
Diariamente, chegam crianças e jovens às escolas com seus “rótulos”: desatentos, desmotivados, avoados, problemáticos, preguiçosos, irresponsáveis, desorganizados, rebeldes...
Esses comportamentos,
dependendo da sua frequência e intensidade, são caracterizados como Transtorno
de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDHA) e vêm gerando muita angústia em
pais, crianças, jovens e professores.
O Transtorno do Déficit de
Atenção com Hiperatividade (TDAH) é um transtorno neurobiológico de causas
genéticas, que aparece na infância e frequentemente acompanha o indivíduo por
toda a sua vida. Ele se caracteriza por sintomas de desatenção, inquietude e
impulsividade. Ele é chamado às vezes de DDA (Distúrbio do Déficit de Atenção).
Em inglês, também é chamado de ADD, ADHD ou de AD/HD. (http://www.tdah.org.br/sobre-tdah/o-que-e-o-tdah.html)
Tenho atendido em meu
consultório várias crianças com suspeita ou diagnóstico já concluído de Transtorno
de Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDHA). Junto com essas crianças e jovens
chegam pais aflitos, inseguros, querendo saber sobre o transtorno e o que podem fazer para seus filhos terem sucesso.
Nós, educadores, deveríamos
refletir por que nossas crianças e jovens andam tão desatentos, agitados e
apáticos?
Por que, cada dia mais, tantas
crianças estão aparecendo em nossas escolas com esses comportamentos e logo
vamos nos antecipando dizendo que são hiperativas?
Segundo Russel A. Barkley
(2002), infelizmente, muitos professores são desinformados sobre o TDAH ou
estão desatualizados quanto ao conhecimento do transtorno e seu controle.
Pais e professores podem juntos
encontrar o melhor caminho a ser percorrido. Nem sempre há necessidade de
medicamentos, existem alternativas antes de usar o medicamento. Muitas vezes
uma terapia fará com que a criança aprenda a se adaptar e enfrentar suas
dificuldades, além de descobrir novas formas de lidar com elas. Um
acompanhamento psicopedagógico poderá ajudar a criança e o jovem a descobrir
novas estratégias de aprender e estudar.
É de extrema importância que
a criança seja acompanhada e diagnosticada corretamente, mesmo porque o
diagnóstico é apenas um ponto de partida para dar continuidade ao tratamento.
O mais importante é que essas
crianças e jovens se sintam aceitos e principalmente amados pelos pais e professores
apesar de suas dificuldades e limitações, já que normalmente eles se sentem
angustiados e fracassados por não conseguirem ser como seus colegas.
Cabe ao educador buscar
novas estratégias, ter mais compreensão e procurar olhar seus alunos como seres
únicos que têm possibilidades de se desenvolverem, respeitando o tempo de cada
um. Devemos também ficar atentos, pois nem todas as crianças e jovens agitados
e desatentos são portadores de TDAH.
(foto retirada do google)
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30 de dez. de 2014
15 de out. de 2014
UM RECADINHO AO PROFESSOR
Por
meio deste texto, gostaria de mostrar um pouco da importância do papel do
professor em nossas vidas.Se pensarmos um pouco na nossa
história escolar vamos notar que até hoje temos lembranças de alguns
professores que nos ensinaram coisas que nos marcaram, a forma como foram
transmitidos esses conhecimentos e como isso se tornou inesquecível em nossas
memórias. Eles plantaram em nós sementes e até hoje colhemos seus frutos. Isso
porque transmitiam conhecimento junto com o amor e dedicação. Amavam sua
profissão. O
professor que ensina com amor e dedicação passa segurança e autonomia para o
aluno pensar, escolher, sentir prazer e criar. Temos que ensinar nossos alunos a
pensar, pesquisar, fazer sínteses, serem independentes, autônomos, se
comunicar, enfim a serem social e emocionalmente desenvolvidos. Para isso devemos transformar a sala
de aula num lugar dinâmico e participativo, aproximando a teoria da prática. Também
devemos quebrar alguns paradigmas e reaprender a ver a ludicidade como ponte para
uma educação transformadora. O professor precisa ter um compromisso
com o trabalho, fazendo o seu melhor, revestido de amor, coragem e dedicação.
Sei que esse trabalho não é fácil, mas cabe a nós, professores, plantarmos uma
sementinha em cada um de nossos alunos para que um dia eles colham da mesma
maneira que hoje colhemos a semente que alguns professores plantaram em nós. Seja você o professor que irá fazer a
diferença na vida do seu aluno!
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